quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Bem, o Natal passou, ufa. Agora "só" daqui um ano.
Como a maioria das pessoas que conhecem minha família sabem, não temos espírito natalino. Na verdade, pra mim, o Natal é só mais uma desculpa pra gente consumir.
"E o nascimento de Jesus e as paradas religiosas?". É, tem essas paradas, mas se quem nasceu foi Jesus, pq todo mundo tem que ganhar presente? Tudo bem que eu gosto de presentes e tal, mas não faz muito sentido, faz? Não na minha cabeça, anyway.

Daqui a pouco tem o Reveillon (que eu não sei escrever), que é quase tão deprimente quanto o Natal.

Como suuperfãs (sim, eu tô sendo irônica) de Natal, só rolou a parte da comida.
Bem, aqui em casa é assim: a gente pega os que não têm onde ir e arrasta tudo pra casa. Aí tem a parte da comilança.
Como no último ano, às quinze pra uma já estávamos em casa.. eu na internet e o povo vestindo pijama.

O almoço de também não foi muito diferente. Acordei umas dez e meia, tomei café (rs) e fui me trocar pra sair com meu pai, que devia vir me pegar umas onze e meia, mas apareceu ao meio-dia. Fomos pra casa da mãe dele.
Lá o povo almoça supercedo... sem contar que tem sempre a mesma coisa. Desde que me entendo por gente, tem alguma massa (macarrão, nhoque, rondelli), frango assado, arroz, feijão e a maldita "leitoa do Moacir"... não que alguém tenha perguntado o que tinha de almoço.

Aí o povo fica enrolando e partimos pra sobremesa (também é sempre igual)... aí acaba. Eles enrolam mais um pouco, e eu bóio mais um pouco e vamos embora.

Depois de nada pra fazer à tarde, resolvemos ir ao cinema (em Sorocaba, pq o de Itu não é decente, bjs). Fomos assistir 'Marley & eu'.
Sim, o filme foi divo. Hilário. Mas teve o incidente do final...dei o maior vexame EVER.
Tipo, não sou de chorar. Quase nunca faço isso, muito menos em público. Mas estava toda feliz vendo o filme e escoreu uma lágrima.. quando isso acontece, não tem muito o que fazer, choro na certa!
O pior é tentar segurar e não conseguir. Eu sempre tento segurar, às vezes consigo.. mas hj nao deu.
As lágrimas adquiriram vontade própria (?). Sério, não deu.
Pra quê?! Fui zoada o resto da noite.

Ah, claro.. tenho que contar a coisa da Irlanda...

*Bia indo pro cinema pensando "imagina se tem uma musiquinha dos Corrs.. imagina se aparece a Irlanda, q nem no Ps: i love you... imagina se eles PELO MENOS mencionam a Irlanda? TTT"*Durante o filme...Owen Wilson pra Jennifer Aniston (siiiiim, o filme é com ela TTT): e aquela viagem que seus pais tinham pra Irlanda? Podíamos ir pra lá, blá, blá, bla...Uns minutos depois..*Owen e Jen chegando na Irlanda... aparecem paisagens e toca musiquinha**Bia quase voa da cadeira*Sem contar o vexame que eu dei, bjs.

Acho que é tudo.
Tô morrendo de sono e dor de cabeça, por ter chorado tanto (só não foi mais pq tinha um público enoorme).
Besides, a casa toda dorme, menos eu.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Dai-me paciência

Mãe e irmã brigando.
Acho que eu devia estar acostumada, mas acontece que não estou.
É sempre a mesma merda. Todo mundo acaba tomando também: eu, a Fran e até os cachorros.

Hoje, especialmente, foi foda. Todo mundo estava de cu virado master (pelo menos eu) e todo mundo acabou entrando.

Não é novidade que ando sem paciência e mal pra porra. Dias assim só prestam pra piorar e me fazer mais ainda querer ir embora pra SP, Irlanda ou qualquer lugar, contanto que não seja aqui.

Além de tudo, preciso de uma casa. Uma casa de verdade, nada da nossa humilde oca, onde, a cada passo, esbarramos em uma caixa, cachorro, ou coisa assim. Não é por nada, não por achar que sou legal demais pra morar numa chácara, mas simplesmente não suporto mais aqui!!!
Amo cachorros, mas juro que se mais algum pular em cima de mim, soco-o.
Quero minha tv por assinatura de volta! A vida sem internet também mata, mas consigo entrar e conversar com o povo à noite. Quando não tô na net, morro de tédio.
Séries me fazem (MUITA!) falta!
Ainda bem que minha terceira temporada de Gilmore tá chegando (e sinto que vem a primeira de House também lala). Só não tenho onde assistir, rs.

Tá, quando minhas amigas virtuais (e devo ressaltar mais uma vez, únicas) estão on, esqueço do mundo. Meu humor já melhorou quase (?) 100%.

Bem, that's all.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

15-12-2008

É isso aí. Duas semanas pro ano novo. Odeio as festas de natal e ano novo.

Anyway, reapareci do nada (eu sempre faço isso) pra contar do encontro de fãs dos Corrs (junto com o outro encontro e o show da Dnudalk, o melhor dia do ano) e também do fim de semana passado, ou as coisas engraçadas que aconteceram nele.

Ta, o encontro. Foi há oito dias, foi MUITO foda!!!
Tipo, estávamos todas (Bruca, Tha –olha, já foram 4 vezes – e eu ansiosas pro dia em que íamos nos conhecer pessoalmente, embora eu achasse que alguma coisa fosse dar errado – saca aquela coisa de “se tudo der certo, vai dar errado”?).

Então, acordamos umas dez e pouco no domingo pra sairmos daqui ao meio-dia. Deu tudo certo até.
Fomos almoçar num restaurante bem gostoso na estrada, com picanha e tal (essas gordas, rs. Detalhe: acabei de almoçar).
Saímos de lá e eu tava toda empolgada, mas sem a tremedeira do show, já estava bem familiarizada com o povo até.

Chegamos em SP e minha mãe largou a gente no Parque do Ibirapuera, pra fora, e mandou a gente voltar de táxi (imagina duas caipironas soltas em SP, é claro que tem que dar merda, you’ll see).
Ela soltou a gente perto de uma entradinha, que ficava bem perto do planetário.
Pedimos informação pra um guardinha que tava lá e achamos o lugar sem problemas \o/.
Ta, chegando lá, vimos um povo (que eu já tinha visto no outro encontro, mas não tinha amizade, aí fiquei com vergonha de ir até lá e ficamos paradas esperando). Nisso, tentei ligar pra Tha pra saber onde ela estava (eu não tinha o número da Bruca, e ela nem tinha dado sinal de vida). Meu celular, muito gay, resolveu não prestar. Pra minha sorte, a Tha me ligou, ou eu consegui ligar do celular da minha irmã.
“Olha pro lado esquerdo – Ta, to olhando – Agora olha pra trás – To olhando, mas não to vendo vcs.” (ela já estava com a Bruca). Ainda bem que ela notou que sou uma pessoa quase nada lerda e resolveu ir até mim, senão poderíamos ficar séculos lá fazendo aquele joguinho, que só foi feito duas vezes.
Cara, não tava acreditando que tinha conhecido elas!
Voltamos pro lugar onde elas tavam e conhecemos o irmão da Bruca e um carinha que elas encontraram no meio do caminho, que também ia pro encontro.
Ficamos um tempinho lá e resolvemos ir até o lugar do encontro. Já tinha chegado mais um povinho, se não me engano, o Rafa e a Ana já estavam lá (acho). Eu já tava até me sentindo íntima, hahaha. A Pri já estava lá desde antes, quando eu e minha irmã chegamos, mas não tinha caído a ficha que era ela. Aí fiquei na minha.
Bem, como de costume, sentamos na rodinha e ficamos lá, conversando e rindo.. e tirando fotos.
Eles começaram a tocar e tal. Lembro que a segunda música era At Your Side, a mesma que eles tinham me dedicado no show e que a Layla tinha pedido pra eu ligar pra ela durante, mas por problemas de celular gay, não consegui. Eu twntei um monte, com todos os celulares possíveis, mas não consegui.
Tem até um vídeo em que vcs, seres imagiários, podem me ouvir falando um “PORRA!” bem delicado (vídeo este que nào será postado porque demora séculos pra carregar e tô bêbada de sono).

[mais uma vez fui obrigada a editar... isso vai acontecer muito por aqui.]

Lembro de a gente rir muito (causamos no encontro, e eu nem uso essa palavra também). [bem, já sabem como funciona]

Ah, sim, o Rafa me mandou levar algum instrumento onde eu pudesse batucar, já que toco bateria, e eu não levei. Aí ele arranjou um caxixi (não sei se é assim que escreve) do Gustavo, o percussionista da Dundalk. Apelidamos o instrumento carinhosamente de “cesta básica”, pela grande quantidade (?) de arroz e feijão existente lá dentro.

Saímos um tempinho pra comer. Peguei uma torta de frango que tava mais pra empada bem grande. Não agüentei e dei pro irmão da Bruca, que também comeu o lanche dele, o da Tha e uma barra de Diamante Negro derretida.
Fomos tirar umas fotos num laguinho lá pertinho (esses caipiras) e voltamos.

“Ahá, meu caxixi voltou”. Aposto que ele tinha pensado que eu tinha roubado.

Tipo, ficamos lá conversando, rindo e negociando a hora de ir embora (que era pra ser às cinco, depois cinco e meia, e depois conseguimos convencer mamis a nos deixar voltar às seis, já que todo mundo – Bruno, Bruna e Tha – iam embora às seis também).
Na hora de ir embora, me aparece a Grá com a camiseta da Merrow dela (eu devia conseguir a minha nesse dia, mas não deu certo, depois explico). Eu tentei roubar a camiseta dela, mas não deu certo. Saímos no pau por causa da camiseta (saímos no “bom pau”). É claro que ela ganhou.

Deu o horário e fomos embora. Nos despedimos de todo mundo (cara, como eu esqueci de contar da chegada da Van? Então, ela chegou toda feliz, cumprimentando todo mundo. Eis que ela vem em minha direção e me cumprimenta decentemente, com beijinho e abraço e tal – e fala um “oizinho” pra Bruca). Mas antes, precisávamos da foto com as bandas (a Pri também tava indo embora, eu já tinha falado com ela quando fui devolver o caxixi). Tiramos a foto com Dundalk (Ana, Rafa, Pri e Gustavo) e metade da Merrow (Felipe e Marcos).
Aí nos despedimos (de novo?). Fomos nos despedir do Felipe, que tava com o irmão da Bruca, que tava brincando com o violino azul dele. Aí, como não poderíamos deixar de brincar com o violino azul, vulgo Barcus Berry, marca que a Sharon usa, fomos pedir pra brincar também.
Yay, tocamos num Barcus \o/
O Felipe estava se cagando de medo que alguma coisa acontecesse com o violino e ficou lá, todo preocupado em cima do violino (ele até tem razão, não deve ter sido muito barato).
“Eu acho que ouvi um Runaway.”. Sim, foi pra mim, “toquei” uma nota de Runaway \o/
Aí nos despedimos e fomos.
A Tha ficou por ali mesmo pq ia sair ali perto (talvez por onde entramos). Minha irmã, a Bruca e o irmão dela e eu fomos láá pro lado dos ônibus e táxis.
Nos despedimos perto de onde o táxi que o guarda tinha nos arranjado ia parar e ficamos ali, enquanto a Bruca e o irmão foram um pouco mais pra frente.
Esperamos um tempo e nada de o táxi aparecer.
Fomos de novo perguntar onde tinha ponto de táxi, quando o guarda disse que a avenida tava fechada por causa da inauguração da árvore de natal do parque.
Ficamos tentando arranjar o maldito táxi, que não passava, e o que passou e tava vazio, rejeitou a gente na cara dura.
“Se não der certo, a gente liga pro Rafa e pede ajuda (acham que tô me sentindo íntima já)?”. Tentamos mais um tempinho. “Vamos ligar pro Rafa e pedir ajuda, a gente vai dar um jeito – Ta bom”. Ligamos e ele não atendeu da primeira vez. Aí ligamos de novo ”Rafa? É Bia. Seguinte: estamos com problemas pra achar táxi e não sabemos o que fazer, e agora? (deve ter sido mais ou menos isso) – Ah, é?! Faz assim: voltem aqui pro planetário que a gente dá um jeito – Ta bom, obrigada”. E voltamos.

Chegando lá, tinha bastante gente até. Nessa hora, o povo tava indo embora. Engraçado, eles levam séculos pra se despedir, hehehe.
A Van tava lá e foi se despedir de mim – com os beijinhos e abraços -, aí paroveitei pra perguntar da minha camiseta “Por acaso, vc trouxe minha camiseta? – Então, só trouxemos três, que tinham encomendado, desculpa. Eu li seu scrap e acabei esquecendo de responder. Desculpa. Eu também não tenho a camiseta, a minha é de silk (?), bem fuleira e tal. – Tudo bem. (nessa hora devo ter feito uma cara de bosta máster) – Desculpa, não fica brava comigo. – Não to brava, ta tudo bem. – Mas a gente manda pra vc, é melhor, não é?”, foi beem diva!

[Same old story]... Aí esperamos um tempinho. Nisso o Rafa tinha voltado e tava todo mundo indo embora. Eles (Rafa, Ana, Gustavo e Ivo – um cara de Betim, em Minas, que tem uma banda bem foda também e veio só pro encontro).
Fomos até o carro do Rafa, que tava parado perto de uma avenida aberta e tal. Fomos ele, o Gustavo, o Ivo, a Ana, eu, minha irmã e o Felipe (que também tinha parado o carro lá). Fomos meio conversando, e tal.
Aí fomos com eles, que iam levar a gente até um táxi.

Eles levaram a gente até um lugar mais calmo, pararam lá e chamaram um táxi pra gente. DIVOS MASTER o Rafa e a Ana!!! MUITO DIVOS MESMO (preciso parar com isso).

Então fomos felizes e saltitantes (?) embora pra casa da Gabi.

Bem, a volta pra Itu da minha mãe e a Mariana nào foi das mais animadas, já que minha irmã tomou cagada o caminho todo por termos chegado a hora que chegamos (não sei, acho que não foi só por isso.. ah, sim, ela tava meio puta com o fato de pegarmos carona).

Bem, vim pra internet pra contar pro povo e falar com eles.

No dia seguinte teve vestibular. Tenho certeza de que não passei, já que não tenho base nenhuma de nada. Fiz as provas de português (eu juro que o meu é decente, apesar de não parecer), inglês (tô traumatizada, não perguntem.. tá, eu falo. Cambridge sucks!) e geografia. Até tentei tentar (?) fazer as outras, senão não teria ficado até acabar o tempo e não dar tempo de eu pegar meu gabarito, mas não deu certo pq não tenho noção de nada. Só tem "d" no meu gabarito.

Anyway, aí almocei sozinha e passei a tarde moscando sozinha tbm. Tive problemas com a tv e a tecla SAP, o que não foi legal, pq não deu pra eu assistir Chaves e Chapolin.
Aí, à noite, a Gabi me levou pra rodoviária pra pegar um busão e voltar pra Itu, pq tinha que acordar cedo pra ir pra Campinas fazer o Exame da Cambridge (que foi um desastre e me deixou traumatizada. Nunca mais quero prestar um desses, Na semana anterior teve o oral e adivinha? eu travei. A mulher me mostrou uma foto e eu comecei a rir!). Aí fui dar uma volta no shopping com a Carol, almoçamos e tal.

Agora sobre domingo...
Fomos ao shopping de Campinas dar uma volta.
Bem, como estamos a uma semana do natal, o shopping estava lotado e não se achava lugar no estacionamento. Eis que alguém enxerga um. "Má, vá guardar o lugar pra gente.". Quando paramos o carro e tal, ela começou a xingar a gente pq tinha sido xingada por 3 carros na mesma situação que a nossa. Foi bem engraçado, rimos um monte.

Resumindo, foi isso. Tem uma coisinha só que eu queria contar, mas não dá. Não é nada comprometedor, mas não dá.

Anyway, é tudo por agora.
30/11/2008
Mais um século sem postar.
Outro fim de semana em São Paulo (eles estão ficando bem freqüentes, o que é bom). Ta, dessa vez não foi o fim de semana inteiro.

Fui fazer o tal curso de tradução (o qual eu não tinha nem mencionado, mas tudo bem) sobre Wordfast e tal.
Sábado, cinco horas da manhã, o telefone toca. Eu sabia que era o despertador, mas me recusei a levantar, fingi que nem ouvi. Uns minutos deppois, aparece minha mãe me acordando.
Ta, eu sei que o curso é legal, e também é muito legal o fato de ele ser em São Paulo. Mas me diz se alguém merece acordar num SÁBADO, às CINCO horas da madrugada?
Bem, já que não tinha muita escolha, fui com a cara e a coragem (na verdade, só a cara, estava me borrando... de vergonha E sono.)
Nos arrumamos, comemos, fomos buscar o Henrique (amigo da minha mãe, que ia num cursinho nao- sei-de-quê e ela ia junto), claro, nos perdemos no caminho da casa dele, o que deveria ser impossível, já que ele mora quase do lado da nossa e fomos lá, no mínimo, umas 4653756476578 vezes.
Ele entrou no carro com mais cara e voz de sono do que eu fico, o que imagino ser impossível.
Aí, fomos buscar a Lari, uma amiga bem legal da Mariana (minha irmã), o pai dela é o cara que organizou o curso.
Fomos felizes e saltitantes a SP (ou nem tão felizes e saltitantes assim).

Meu curso ia começar às nove e acabar às seis da tarde, bem cansativo. Eu até achei que fosse coisa da minha cabeça e não seria cansativo coisa nenhuma.
Imagina só, depois do primeiro intervalo eu já estava com os olhos fechando. Juro que a culpa não foi minha. Tente acordar às cinco horas da manhã de um sábado e ficar ouvindo uma mulher e um cara contando a história inteira do Wordfast, Lingüística de Corpus (por favor, não me perguntem – oi, ninguém. Como vai?) e coisas assim.

Ok, ok. Esqueci de contar de quando estávamos chegando em SP. Estávamos parados num sinal na Brigadeiro (pra que colocar nome de comida gostosa em ruas, avenidas e afins?), se não me engano. Aí minha irmã, toda empolgada, manda alguma coisa do tipo: “Olha o cara da banda.”, “Quem?”, “O cara da banda. Aquele do violino”. Imagina, já quase voei do banco do carro, acho que até acordei nessa hora. Eu SEMPRE vejo gente que insisto que é alguém que eu conheço, sempre quero que seja; principalmente em SP, alguém das bandas, de preferência.
Não sei por que fui acreditar nela, que enxerga pior que coruja de dia (ta, a piada foi péssima!!!).
[post editado por conter muita informação...]
Tipo, não sei se é bom ou não, mas a família inteira já ta íntima das bandas sem eles nem saberem da nossa existência (não é bem assim). Eu percebi que, mesmo o post não tendo nada a ver com as bandas, elas sempre acabam sendo sobre as bandas, sacou?

Ta, voltemos pro curso.

Ensinaram um milhão de coisas sobre o Wordfast, mas acho que só peguei até a parte da instalação, por causa do sono e falta de conhecimento sobre o programa (tudo bem que eu tenho falta de conhecimento sobre tudo, mãas...). Mentira, peguei mais umas coisinhas também, mas não me perguntem, se souber, é só na prática.. e vou precisar das minhas anotações-lixo (já disse que não sei fazer anotações?) pra lembrar de muitas delas.

Tinha uma mulher lá que parecia uma professora que eu tive, por causa do excesso de malas (inclusive uma de rodinhas igualzinha à da tal professora) e do jeito totalmente desajeitado. Apelidaram-na carinhosamente de “Lúcia”, nome da professora.
A mulher "chegou chegando", juro, derrubou uma caneta, a mala. Quando o curso começou, foi colocar o notebook dela na tomada e puf, ele pifou. Acho que explodiu, sério, fez barulhinho, saiu fumacinha e inclusive um cheiro de queimado. Adivinha quem estava atrás da “Lúcia”, sentindo o cheirinho delícia de queimado??

Enfim, no primeiro intervalo que tivemos, veio uma mulher tentar puxar assunto comigo. Ela parecia carioca, bem simpatiquinha. Mas lembra do meu “pequeno” problema de comunicação? Então, ele apareceu de novo. Resultado: “broxei” (não uso essa palavra e não sei escrever, embora tenha certeza quase absoluta de que não é assim) a mulher, que virou e foi embora.

Mais tarde fomos almoçar, tivemos uma hora. A Mariana e a Larissa foram comigo. Fomos no Shopping Paulista, praticamente do lado da escola onde o curso foi dado. Comemos no Bob’s (sim, nós gostamos do Bob’s, acho que deu pra sacar).
Na fila, a Lari meio que fez amizade com um cara que olhou pra gente, começou a rir e não parava mais. Rimos um monte também.

Depois teve mais curso, tentamos voltar pra Itu, o que levou mais ou menos uma hora a mais (sem contar com a parada pra jantar, que tembém deve ter levado uma hora) por causa do trânsito do caralho.

[informação removida (?)...]

Hoje, acordamos às 6. Tomamos café na estrada, e voltamos à SP (não sei o que se passa pela cabeça da minha mãe de fazer bate-volta no sábado e domingo).
Fui largada na calçada de novo. A parte boa é que já posso atravessar a rua sozinha em SP, hã hã (risada de bobo alegre), ta, a parte boa é que em SP as ruas têm sinal de pedestre, o que permite que eu atravesse a rua sem problemas e (quase) sem medo – sim, eu me borro de medo de atravessar a rua.

Bem, tive mais umas horas de curso.
Depois do intervalo (o qual eu não levantei a bunda da cadeira), meu “estambo” resolveu dar sinal de vida. Estava morrendo de fome e começando a tremer já.
Fiquei saltitante quando acabou o curso. Mas pra minha "felicidade", mamãe e Mariana não estavam lá ainda. Resolveram ficar um tempinho a mais no Shopping Ibirapuera enquanto eu esperava.
Quando elas chegaram, eu estava de cu totalmente virado, com fome, sentada no sol (não que estivesse muito calor em SP).

Descobri que ia ter que esperar não sei quanto tempo pra parar pra comer na estrada, o que não foi necessário, já que elas tinham um lanche de mato no carro, mas tava bem bom, embora tivesse faltado a coca-cola.


Did I mention that no dia anterior teve Irish Fest? É um festival irlandês que deve ser bem legal (eu poderia falar mais sobre se já tivesse ido em um), no qual iam tocar a Dundalk, a Merrow, Cláudio Crow (ou coisa assim.. eu conheço esse cara. Não a música dele, mas eu o vi no encontro) e a Leannan Shee (não sei escrever o nome). Sim, Dundalk e Merrow JUNTAS!
Mas tivemos o problema clássico de o show ser no Tatuapé, então não fui. De qualquer jeito, estava muito morta pra ir e acordar cedo hoje.

Ta, acho qure parei por aqui. A inspiração acabou, as coisas que eu lembro também e o sono chegou.

That’s all, folks (?).
14/11/08
Ok, parei no começo do post passado, esqueçam o que eu escrevi, foi sem pé nem cabeça (?).

Ainda não sei por que insisto em escrever, mas que se foda (sim, sou a delicadeza em pessoa).

Mais uma semana/dia sem internet. Ta sendo a morte pra mim. Não porque sou viciada (embora eu saiba que sou “um pouco” viciada), mas porque é lá que minhas amigas estão. Tipo, se minha irmã ficar com saudade de alguém, é só ir até cada esquina que elas vão estar lá. Eu não tenho isso, preciso de internet. Infelizmente o povo não ta em cada esquina. Se quisesse vê-los (eu quero vê-los, mas não posso), teria que viajar o tempo todo. Mas ainda tenho fé de que todos viveremos juntos, felizes para sempre, numa roda em volta da fogueira, na cozinha, rodeados por vacas, cantando e tocando alegremente. de preferência na Irlanda.

Ok, chega de depressão e vamos tentar ser mais animados, embora seja difícil, já que não tenho feito muita coisa...

Uns dois dias atrás, estava assistindo a um filme da Sandra Bullock (diva máster. Amo ela!) na Sessão da Tarde. Era um meio dramático (Sandra Bullock + drama = perfeição, ou alguma coisa perto disso), “Quando o amor acontece”. “Hope Floats” o nome original.
Cara, chorei praticamente o filme todo. Ta, não chorei de soluçar, mas só porque minha irmã estava dormindo no quarto ao lado (o que, nessa casa, quer dizer que ela estava dormindo quase em cima de mim. But this is not the point.), e não choro em público. Cada coisinha “inútil” que aconteceia, estava lá eu, com os olhos cheios de lágrimas. Isso porque eu nem sou de chorar.
O fato é que eu me identifiquei com o que aconteceu comigo, me identifiquei pra caramba com esse filme.
Resumindão, a Sandra Bullock descobre num programa de tv que o marido dela trai ela. Aí ela se separa dele, vai morar com a mãe e tal. Ela tem uma filha de uns 8 anos. Nossa história (minha, da minha mãe e irmãs) é parecida, mas sem o programa de tv, e não teve a melhor amiga no meio. Anyway, esquece.


Cara, to sabendo de uma campanha que tão fazendo. Algo como “Bia, volte pra internet”. Nunca fizeram uma campanha desse tipo pra mim, to mó “woohoo”.
Mas a coisa deve estar realmente feia, até o Rafa da Dundalk mandou mensagem de celular. Daqui a pouco as meninas da Merrow aparecem com uma dessas também (ta, até parece).

Ta, não sei mais o que escrever.

Inscrição no Mackenzie feita, prova dia 8 de dezembro. Torçam por mim (“torçam por mim, seres imaginários”), embora eu saiba que não tenho condições de passar.

PS: Naiholeta, se vc ler isso (se vc entrar no meu computador, ou na minha cabeça e ler isso), anota.
Carol e Frank brigaram porque a Georgie arranjou um namorado (sim, ela é mais velha) e a Carol não contou pro Frank (a idéia original era a primeira menstruação da Georgie). Mas não vai ser motivo pra Carol bater o carro e se esfolar toda, vai? Se não me engano, tinha pensado em outra situação, mas não to lembrando mesmo, vou mirabolar ela no fim de semana.
[Fui obrigada a pular um post por conter muitas informações inúteis/inapropriadas.]

11-11-2008
Eu disse que isso não ia pra frente.
Faz um século desde o meu último post, mas bateu a vontade de, sei lá, falar com alguém, desabafar, embora não tenha nada pra desabafar, fora o fato de que o tédio é tanto, que acho que to entrando em depressão. Ou to em depressão há muito tempo, por isso to morrendo de tédio.

[...]

Show da Dundalk

29-10-2008
Ok, é superbrega essa parada de diários, não é a minha, mas na falta do que fazer, apelamos.
Como, pelo que parece, vou passar um bom tempo sem internet (e morrer por isso), let’s brincar disso aqui, afinal, deve ser mais divertido do que fazer nada constantemente (isso deve ser uma forma de fazer nada, uma puta perda de tempo!), quem sabe não reaprendo a escrever??
Sim, tô me sentindo ridícula máster (ei, Word, desde quando “master” tem acento? – será que tem e eu nunca soube escrever? - E que coisa é essa de ficar criando milhões de vírgulas?), mais brega do que fazer um diário, só conversar com você mesmo. Sim, eu falo comigo mesma, até em inglês, mas é diferente, você se sente ridícula, aí se toca e pára, ou não é diferente, é ridículo de qualquer jeito. Mas o fato é que eu falo sozinha, pronto, falei. E mais ridículo do que escrever um diário e falar sozinha, só escrever um blog e falar como se estivesse falando com um “bunch of people”, mas, na verdade, não estar falando com ninguém. Ficou confuso?

Ok, chega de enrolação. Agora vou mesmo escrever algo útil (ou não). “Ta” (ok, por que diabos meus acentos não vão?), parei, vamos ao show.

Na semana passada, resolvemos que íamos pra São Paulo (tá, não foi bem assim. Primeiro tentamos convencer minha mãe de que ela deveria ir pra SP mais vezes – sempre, de preferência, fikdik -, aí, depois de tentar arrastá-la milhões de vezes, conseguimos com que ela pensasse na possibilidade de ir. Certo dia, fui pra lan house – estamos sem internet em casa por causa da mudança, isso tá me matando horrores (?) – e descobri que teria um show da Dundalk (nós tínhamos conseguido convencer a véia a ir nesse fim de semana), show este, que eu tava tentando ir há um ano mais ou menos, desde que conheci os Corrs, o Rafa e o povo fã de Corrs).

Saímos de Itu no sábado, depois da minha aula de direção (a propósito, sou “braço” total). Chegamos em SP com o carro parecendo um caminhão de mudanças (estávamos em 3 no carro, com 4637873 malas, colchões – tentativas frustradas (?) de colchões -, mais malas, roupas, cobertores, travesseiros. Mas JURO que eu tava só com uma bolsinha jeans que tenho desde a quarta série e lá só tinha meu pijama e uma blusa – que estava mais pra pijama, aliás, todas as minhas roupas estão mais pra pijama.), fomos pro apê da Gabi, descarregamos as tranqueiras e fomos almoçar no shopping Higienópolis, a pé, fikdik. Comi no Bob’s, já que não existe isso em Itu, minha coca estava tampada que nem o toba do atendente, resultado: virei ela na minha roupa (não culpo o atendente, eu tinha visto e não fiz nada), parecia que tinha mijado na calça, mas era a coca, porra!
Depois fomos atrás de uma roupa decente pra eu ir no show, entramos na Handbook e tentaram me enfiar um monte de roupas com buracos, curtas, apertadas e coisas assim, mas não rolou. Saí de lá com uma regata preta. Depois fomos a outras lojas, saí de lá com 2 camisetas extra-grandes, pq sou gorda e nada me serve. Ah, detalhe: minha mãe e irmã saíram com vestidos (um treco super desconfortável, na minha opinião, não dá nem pra sentar de forma totalmente “delicada”, confortável). Depois de comprar (quem vê, pensa que somos fúteis, mas juro que foi só um dia de caipiras na cidade grande), comer e camelar um monte, resolvemos voltar pro apartamento (sim, a pé de novo, andamos um km – ou melhor, dois – a pé. Parece pouco (?), mas tava um sol escaldante e não agüentava mais andar – sim, eu tava com um mau humor do cu porque odeio comprar roupas com todas as minhas forças – meio novela mexicana essa coisa de “com todas as minhas forças”? -, tiveram a brilhante idéia de irmos à outro shopping, pra ver se achavam um sapato. Apesar do mau humor do cu, eu fui. Tipo, se não fosse, ficaria com fome, entediada e olhando pro relógio a cada cinco segundos. Trânsito do caralho em SP.
Chegamos no shopping e fomos atrás de lojas de sapatos (tá, não lembro se foi bem assim, apago essas coisas da memória), quase dormi enquanto elas experimentavam, típico!
Tá, vamos pular a parte chata.
Voltamos pro apartamento umas... ta, não lembro que horas eram, só lembro que fomos pedir comida (sim, de novo, parecemos dragas) e puxar um ronco, o que não funcionou pra mim, que estava empolgadíssima com o show (ah, sim, antes, entrei na internet pra ver o orkut). Acordei e fui tomar banho, já que o Renan, que ia dar carona pra gente, ia chegar, mas antes eu comi, hoho.
Comemos, fui pro banho, troquei de roupa umas 349845785478 vezes, pq nada do que tinha comprado parecia legal pro show, acabei com a tal regata preta.
O Renan chegou e ficou esperando milhões de horas por todo mundo, menos eu, que me arrumo em cinco minutos (não, não é relaxo, só não vejo muita graça em ficar horas tacando maquiagem, caçando roupa e trocando de sapatos pq nada fica bom).
A Dundalk ia tocar à meia-noite, então tentamos chegar um pouco antes.
Chegando lá, eu estava quase morrendo, tendo milhões de faniquitos (?), tremendo já, pra variar.
Aí resolvi enxergar o Rafa e a Pri, até minha irmã reconheceu, pronto, pra quê? Quase tive um treco. Entramos, ficamos um tempo parados no meio do pub, quando o Rafa e a Ana resolveram ir pro outro lado do pub, ou seja, tiveram que passar pela gente. “Então vc é a Bia?!”, “É, sou eu” (não lembro se foi assim), “Dona Olímpia!”, “Que dona, o quê?!” (só faltou ela falar “que dona, o uqe, moleque?”). “Olha a Mari e a Vanessa da Merrow ali.”, elas estavam passando, não tinha percebido, quando ele disse, olhei e enxerguei a Mari (e eu insisto em falar como se fosse íntima) passando, foi muito rápido!
Aí eles começaram a conversar comigo, mas não lembro, pq estava nervosa, petrificada e coisas assim. Só lembro da Ana: “Não vá fazer que nem no encontro” (no encontro eu deixei ela no vácuo sem querer, fiquei me sentindo mal. Ela fez um tchauzinho toda empolgada e eu olhei pra trás pra procurar quem era), não lembro se foi bem assim, mas falei uma merda qualquer que também não lembro, mas é bom que não lembre das merdas que disse.
O Rafa disse pra Ana sobre eu ter levado o cd pro boliche e ela falou alguma coisa super empolgada, mas não lembro o que respondi, só lembro que foi merda.
Ele saiu e me deixou com a Ana, tadinha, ele tirou o dele da reta e largou a pobre lá, com a monstra estraga-conversas aqui. Uns segundos depois, me aparece ele com a Pri. Ele nos apresentou, não sei se ela foi simpática ou se lembrava de mim, de qualquer jeito, foi toda saltitante, simpática, me lembrou a Andrea mesmo.
Ah, sim, recebi milhões de “obrigada por ter vindo”, “que legal que vc conseguiu vir”.
Acho que se cansaram de mim e da minha falta de assunto (sou “expert” em cortar assunto e coisas assim), foi cada um pra um lado. Um tempo depois, me aparece o Rafa, de novo, dessa vez com o Gustavo, percussionista da banda. Ele nos apresentou, mas não rolou nem uma tentativa de assunto.

O show começou uma hora e meia atrasado, nesse meio tempo ficamos pasmando na mesa (não me dou bem em lugares lotados, com música alta, fico perdida nos meus pensamentos inúteis, quando consigo escutá-los. Mas a culpa não foi da banda, pra falar a verdade, nem sei se a culpa foi da outra banda também.

Meio que passei a noite secando a mesa lá de dentro, enxergava um bastão comprido que insistia que era o arco do violino da Ana, mas era só o treco de bilhar/sinuca.
Quando eles iam entrar, fomos pra uns banquinhos lá dentro.
Entraram e fiquei suuper “=O, não acredito que to aqui!”

Estava tudo bem, a mesa da Mari e da Van da Merrow (ah, sim, já tinha enxergado a Van, mas ninguém precisa saber que passei a noite secando a mesa delas) fazendo a maior festa e eu cantando, saltitante por dentro, mas com uma vergonha máster de mostrar, pra variar.

Quando eles acabam de tocar uma das músicas, o Rafa começa a falar no mic: “A gente queria dedicar essa música à nossa amiga Bia, que veio de Itu pra ver a gente” (tbm não lembro se foi exatamente isso) e começaram a tocar “At your Side”. Aí começou o povo todo a aplaudir, minha mãe levantava minha mão pra mostrar que era eu, eu queria me enfiar em algum lugar, num buraco bem fundo ou coisa assim. Por que as mães insistem em fazer isso com a gente? Já não basta estar morrendo de vergonha de falar com a banda e de estar sendo aplaudida?.
Nessa hora, olhei pra mesa da Mari e da Van, que estava bem pertinho de onde eu tava. Vi a Mari apontando pra mim, e logo depois, a Van olhando pra mim. Tinha certeza que era pra mim, dei um sorrisinho e ia dar um tchauzinho, mas elas resolveram virar antes.
Pensei: “vai ficar por isso mesmo, se eu quiser, vou ter que falar com elas e tal”, coisa que certamente não faria por causa da vergonha.
Acabando a música, vejo as duas saindo da mesa e vindo na minha direção. "Ah, elas devem estar indo pro banheiro", pensei, mas vieram falar comigo. Sim, falar comigo, coisa que eu achei que jamais fariam. A Mari veio na frente, me cumprimentou com beijinho no rosto e tal, logo atrás veio a Van, ela cumprimentou com beijinho no rosto e abraço, sim, abraço, a gente mal se conhece e ela veio logo abraçando. Não que isso seja uma coisa ruim (esse povo de SP adora abraçar, hehe), mas não imaginei. Enfim, quase grudei no pescoço dela e a chamei de mamy (imagina se eu tivesse feito isso, a cara da minha mãe "Por que ela tá chamando essa estranha de 'mamy'??" – o motivo seria pq fui perturba-la no orkut dela pra pedir que ela me adote pra eu poder ir nos shows da Merrow e Dundalk), mas achei que seria ridículo e retardado da minha parte e resolvi ficar quieta. Pelo menos economizei uma merda, ou melhor, poupei as pessoas dela. Tá, voltando... elas começaram a tentar conversar comigo, mas eu não sabia se prestava atenção nelas, na banda, ou nos meus pensamentos inconvenientes. Enfim, elas começaram: "Pô, que legal que você veio.", "Obrigada por ter vindo (nessa hora, quase mandei um 'ei,o show é da Dundalk, por que vocês tão me agradecendo?', mas as poupei de mais uma merda da minha parte)". O que importa é que elas foram uns amores, umas fofas, e pensar que a gente avacalha elas um monte (avacalhava, não vou mais fazer isso, é feio, mas é a inveja, entende? tá, não sei se "inveja" é a palavra certa, o que quis dizer foi que queremos ter assunto com elas, mas não temos, não sei pq, somos pessoas superdescoladas(?) – momento Ross Geller -, tá, não, mas temos capacidade de ter assunto com as pessoas, tipo, algumas delas. Não sei pq não conseguimos fazer o assunto render). QUERO UMA MARI E UMA VAN DE ESTIMAÇÃO, E QUERO AGORA!!! Juro, elas foram umas lindas (eu não sou gay, só tenho uns momentos meio infelizes desse tipo).
Realmente apaguei quase tudo do que elas (e o povo todo) disseram. Não lembro de muita coisa, mas lembro da Van falando alguma coisa "... que bonitinho" (realmente, foi muito bonitinho ela falando isso - e mais um dos meus momentos infelizes). Juro que acho que elas acharam que eu tenho uns 14 anos, se não menos. Aliás, acho que passo essa impressão pra todo mundo. Não só por causa da cara, mas da mentalidade, e o fato de precisar arrastar a família toda pra assistir um show num pub. Tipo, a família tem que aprovar os amigos, saca? Mas o que posso fazer se sou caipirona e vim do interior "só" pra assistir a um show de uma das minhas bandas favoritas (it REALLY is a big dea!!!)??

Bem, fiquei mais um tempinho e umas músicas, até me darem a triste notícia de que teria que ir embora. Imagina, fiquei morrendo de dó de sair de lá, não queria, não estava pronta pra deixar o Canuck's, hehe (tá, foi podre), mas tive que ir. Eu virei e fui embora, aí minha irmã: "Vc não vai se despedir dos seus amigos (será que dá pra chamar de amigos um povo bem mais velho, e alguns dos quais só conversei umas 3 vezes? espero que sim, se não, espero que se tornem - sim, parece mais uma das minhas idiotices, mas eu realmente gostaria que pudesse ser amiga de todos)?", quase não fui por causa da maldita vergonha, mas resolvi que seria falta de educação/consideração (?) se não fosse.
Cheguei na mesa da Van e da Mari, que estavam conversando, rindo e coisas assim... "Tchau, gente, tô indo", "Mas já? blah, blah, blah", "É, tenho que ir (eu tava com uma dor enooooorme no coração)", aí elas levantaram e vieram falar tchau properly, com direito a beijinhos e abraços e tal. "Poxa, que legal que vc veio!"Blá, blá, blá ...", Mari: "Vc vai voltar pra Itu agora?", "Não, não, vou dormir aqui em SP e volto amanhã", "Blá, blá, blá, boa viagem!", nessa hora eu tava quase chorando, JURO, anyway, tava com uma cara de cachorro sem dono, tipo a cara da Shaz naquele vídeo que ela é entrevistada por um Patrick “não-sei-o-quê”, um que ela tá sozinha e o Gav tá na platéia, aquele do "Do you fart? - No, girls don't fart - Do the Corrs fart?", na hora em que ela disse que tinha gravado uma música com o U2 pra um filme, e que eles não a tinham convidado pra festa (Oscar, ou coisa assim).
Aí fui. Fui empacando, morrendo de dó, não querendo ir. MALDITA ELEIÇÃO!! Foram pagar o treco lá, aí fui falar tchau pra banda. Foi normal, esperei que acabassem uma música e tentei andar rapidinho e me enfiar no meio da galera, antes que começassem outra. "Rafa, tô indo.", "Já? blah, blah", "É, tá tarde, blah, blah", Pô, que legal que vc veio!", mais um momento de branco, beijinho e abraço. A Ana tava olhando, como ela tava com o violino, afinando, sei lá, resolvi só acenar mesmo. A Pri não viu que eu tava indo, e não tive coragem de gritar o nome dela. O Gustavo acho que nem lembrava que eu tava lá, acho que ainda não sabe quem eu sou.

Quando saí, eles estavam tocando Endless Journey, da Merrow, quase morri, pq queria MUITO ouví-los tocando essa música! Saí cantando.

Quanto mais longe ficava do pub, mais queria voltar.

Quando chegamos no apartamento, não queria dormir.
[...](post editado por conter informações demais)
Sim, sonhei com o show, não exatamente com ele, mas com as pessoas e o fato de ter havido um show.

No dia seguinte, acordamos às 11, trocamos de roupa e fomos logo pro Joakin's, pra almoçar. Lá é sempre uma delícia, mas descobri que o lanche deles esquentado no microondas não é a melhor coisa. Depois de lá “largamos” a Gabi na rua da casa dela e fomos embora. Mas teve uma paradinha em Sorocaba antes, estávamos todas morrendo.

Chegando em casa, estava simplesmente LOUCA pra contar pra alguém sobre o show, alguém que conhece as mesmas pessoas que eu, as músicas, que fala as mesmas merdas que eu... mas não tinha ninguém pra conversar, claro que a culpa é da internet, ou da falta dela. Precisava contar pra alguém que fosse fazer festa nas mesmas horas que eu, gritar, pular, ficar feliz, que entendesse o que eu falo, e que pudesse se sentir mal comigo por todas as vezes que falamos mal das meninas da Merrow por não termos capacidade de arranjar assunto com elas.

Bem, esse foi o fim de semana em SP, espero que aconteçam muitos como esse, melhores até, com shows da Dundalk/Merrow, com direito a comida e tudo...
Espero que ano que vem possa ser mais livre em SP (sim, vou morar em SP, isso já é certeza.. mais uns segundos em Itu e eu morro!), não quero ir pra lá pra ser controlada pela Gabi, imagina, ela tem mais o que fazer, não tem tempo de monitorar cada peido que eu der. Afinal, tenho 19 anos (minha mãe aumentaria minha idade pra 20), tá na hora de eu acordar pra vida, não? Ah, claro, queria muito passar em tradução no Mackenzie (editado po conter informações demais), mas não acho que eu vá passar, apesar da esperancinha que eu tenho. A Carol disse que eu passo, a Tha também. Acho muito legal que elas tentem me colocar pra cima, fazer me sentir melhor, menos burra e tal... elas acreditam em mim, botam fé, isso é foda, não é pra todo mundo (?).
Anyway, acabei por aqui.

Dois dias resumindo um show, um fim de semana, culpa da bateria do computador, que não colaborou ontem. Dessa vez quem não está colaborando é o Word, o que será que acontece com essa merda?

Tá, fui de verdade.

PS: Só uma confissão: dois dias antes do show eu tava literalmente cagando de nervoso! Todos podíamos ter ficado sem essa.